segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O rio passa e dar-nos um novo ano.

Resta em nossos corações as incríveis recordações desse ano que passa levado pelos ventos e afins. Deixa a incrível pergunta: o que fizemos de nossas vidas? o que nos levou ? quantas pessoas ajudamos? quantas amamos? O que aprendi? Falo por mim aprendi que sempre é tempo de se melhorar, a cada dia, a cada segundo uma nova chance, uma oportunidade pode nos ajudar a fazer um novo fim. A vida nesse ano deu-me a visão da beleza a qual não via, a beleza de ter e sentir poesia, de chorar ao aprender a ensinar uma criança, aprender que nas coisas mais simples está esse infinito sabor que a poesia do amor procura, poesia a qual por diversos fatores escondemos em nós e fingimos não vê, não ter. E está a exemplo um filme, uma música que lhe faz chorar, recordar o que de mais belo houve em sua vida. Lembro, e não faz tantos anos... de uma das primeiras vezes em que percebi que o pôr-do-sol é um dos mais belos milagres que recebemos de graça. Tão belo quanto o amante, esse eterno aprendiz, ao lado de sua amada a contemplar o encantamento de um rio que passa. O rio é o tempo que passa e o amante sempre a aprender tudo que esquecerá enquantosua amada sorria e o rio passava. Bem, espero que esse texto, confessional como o ultimo do  meu amigo, um poeta, pois para se ser poeta é necessário a coragem de se despir e mostrar o que de mais profundo se sente, passe um balanço de tudo o qual relizei ou não. Espero que neste novo ano que está vindo sintamos mais, amemos mais e que façamos o nosso melhor, sempre é tempo de recomeçar.


Mamilo

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